MR. BIG: Confira a capa do novo álbum.
Confira com exclusividade a capa do novo álbum ao vivo do MR. BIG, “Raw Like Sushi 100″.
O Box set “Raw Like Sushi 100″, do MR. BIG será lançado no Japão no dia 25 de janeiro de 2012 através de Victor Entertainment.
Este box set de luxo é composto por 2 DVDs e 2 CDs, além de um livro de capa dura em tamanho B4.
Os DVDs apresentam o show “Live From The Living Room”, realizado na Toho Studio, em Tóquio no Japão, no mês de janeiro de 2011, também com um documentário da Mr. Big’s 2011 Japan tour (com duração de mais de 60 minutos).
Os CDs contêm faixas ao vivo do 100° show da banda no Japão, realizado no Osaka-jo Hall em 7 de abril de 2011, mixado por Pat Regan.
O livro de capa dura contém 96 páginas (todas em cores), incluindo fotos da turnê pelo Japão, tiradas por William Hames, além de muitos outros artigos acompanhando o livro. Tamanho: 24,9 x 29,9 centímetros.
1 comentárioMr. Big: data de lançamento de “Raw Like Sushi 100″
O Box set “Raw Like Sushi 100″, do MR. BIG será lançado no Japão no dia 25 de janeiro de 2012 através de Victor Entertainment.
Este box set de luxo é composto por 2 DVDs e 2 CDs, além de um livro de capa dura em tamanho B4.
Os DVDs apresentam o show “Live From The Living Room”, realizado na Toho Studio, em Tóquio no Japão, no mês de janeiro de 2011, também com um documentário da Mr. Big’s 2011 Japan tour (com duração de mais de 60 minutos).
Os CDs contêm faixas ao vivo do 100° show da banda no Japão, realizado no Osaka-jo Hall em 7 de abril de 2011, mixado por Pat Regan.
O livro de capa dura contém 96 páginas (todas em cores), incluindo fotos da turnê pelo Japão, tiradas por William Hames, além de muitos outros artigos acompanhando o livro. Tamanho: 24,9 x 29,9 centímetros.
Nenhum comentárioMr. Big e Jorn Lande – HSBC Brasil – São Paulo/SP
Casa lotada, com ingressos esgotados. Aquelas milhares de pessoas que saíram de suas casas no sábado, 9 de julho, em direção ao HSBC Brasil, com certeza não esperavam tantas situações surpreendentes em uma mesma noite. Mr. Big, a lendária banda de hard rock, estava de volta ao Brasil, após 18 anos. Mas antes, Jorn Lande trouxe um pouco do seu heavy metal para a plateia.
Jorn Lande
Esta foi a primeira apresentação do norueguês Jorn Lande (Masterplan, Yngwie Malmsteen, Avantasia, etc.) e sua banda no Brasil. Todos sabiam que Jorn estava excursionando com o Mr. Big pela América do Sul, mas quem imaginava um “simples” show de abertura se enganou. Acompanhado por Tore Moren (guitarra), Tor Erik Mihre (guitarra), Nic Angileri (baixo) e Willy Bendiksen (bateria), Jorn apresentou um show completo, com cerca de uma hora e meia e 14 músicas – que incluíram uma cover e até solo de bateria.
Jorn e companhia fizeram muito bem seu trabalho, mas não empolgaram tanto o público. O auge deste show e que animou mais os presentes foi a cover de “Rainbow in the Dark”, de Ronnie James Dio. No mais, a banda arrancou aplausos e coros para acompanhar algumas músicas e, tecnicamente, o show foi muito bom, mas era visível que a grande empolgação do público estava guardada para mais tarde.
Mr. Big
As luzes da casa se apagaram, para anunciar a chegada dos donos da noite, às 23h. O show do Mr. Big reservou muitos momentos especiais, com direito ao virtuosismo de Paul Gilbert, ao carisma de Billy Sheehan, à simpatia e piadas de Eric Martin e à discrição de Pat Torpey. Não é novidade para ninguém que nesta turnê a banda não tocaria as músicas da fase “Kotzen”, com isso, canções como “Shine” e “Superfantastic” ficaram de fora. Baladas da era “Gilbert”, como “Promise Her the Moon”, “Nothing But Love” e “Wild World” (cover de Cat Stevens) também não entraram para o setlist.
Logo no início, com “Daddy, Brother, Lover, Little Boy”, o público já estava enlouquecido e “Green-Tinted Sixties Mind”, em seguida, reforçou essa ideia. A nova “Undertow”, do mais recente álbum “What If…”, estava na ponta da língua de todos, como se já fosse um grande clássico. “Alive and Kickin’”, “American Beauty” e “Take Cover” deram sequência à lista de grandes músicas que a banda colecionou em mais de 20 anos de carreira. Durante os intervalos os músicos interagiram muito com os fãs, arriscando os clássicos agradecimentos em português desajeitado. Então, chegava a hora da primeira grande balada da noite, “Just Take My Heart”, para os casais apaixonados ou donos de corações partidos. Em seguida, o Mr. Big tocou “Once Upon a Time” e os fãs continuavam ligados no 220V.

Tão grave quanto suas notas no baixo, a voz de Billy Sheehan acompanhou Eric Martin nos versos de “A Little Too Loose”. O setlist seguiu com “Road to Ruin” e, então, Eric descreveu a sua mulher ideal: “Ela deve reunir beleza e inteligência, mas, acima de tudo, ser impiedosa”, dando o gancho para “Merciless”.
Eric, Billy e Pat saíram do palco e deram lugar ao solo de Paul Gilbert, que mostrou porque é um dos maiores guitarristas do mundo. A banda voltou para tocar “Still Ain’t Enough for Me” e, depois, momentos intensos e engraçados estavam reservados para “Price You Gotta Pay”. Primeiro, porque a música durou mais de dez minutos, segundo, Billy fez um solo incrível de gaita, enquanto Eric não deixou a linha de baixo cair, e, depois Martin tentou bancar o cupido, puxando os gritos dos homens e das mulheres e soltando frases como “agora vocês (garotos) sabem onde as garotas estão”. Ainda no clima de amor e bom humor, o vocalista ensinou um mantra e disse que se fosse entoado com vontade, todos teriam sexo e chocolate no dia seguinte.
A banda ainda tocou “Take a Walk”, “Around the World” e “As Far as I Can See” antes de ceder a vez e o palco a Billy Sheehan. O baixista mostrou toda a sua técnica e manteve o público em suas mãos o tempo todo. Sheehan foi ovacionado várias vezes, provando ser, talvez, o integrante mais querido. A primeira parte chegou ao fim com “Addicted to that Rush”, a banda se despediu do público, deixou o palco, mas todos sabiam que não poderia ser “apenas aquilo”.

O Mr. Big voltou, Eric Martin apresentou cada um dos integrantes e o violão nas mãos de Paul Gilbert anunciou o que todos já sabiam: era hora de “To Be With You”, um momento épico do show. Então, latidos levantaram o público e “Colorado Bulldog” não deixou ninguém parado. De repente, no intervalo, Paul tomou o lugar de Pat, que pegou o posto de Billy, que assumiu o microfone de Eric, que, por fim, tocou a guitarra de Paul. Confuso? Não! Essa foi a hora que os integrantes trocaram de instrumentos para tocar “Smoke On the Water”, do Deep Purple. Vale destacar, mais uma vez, a participação de Billy Sheehan, que reapareceu com a camisa da seleção brasileira de futebol, cantou e ainda assumiu a guitarra na hora do solo. O relógio marcava uma hora da manhã, quando a última música foi tocada: “Shy Boy”, cover da banda Talas, um dos primeiros trabalhos de Billy, antes de tocar com David Lee Roth e Mr. Big.
Muito aplaudidos, os integrantes se despediram. Billy disse que o show que eles fizeram em Santos, em 1993 (a única passagem da banda pelo País, até então), havia sido uma das melhores noites da vida deles e que eles contavam para todo mundo sobre esse show. Eric agradeceu muito e falou diversas vezes que o Mr. Big estava de volta.

A banda poderia tocar por mais uma hora e ainda faltaria tempo para tantas músicas indispensáveis. Definitivamente, este foi um show para ficar na memória. A energia entre músicos e público foi sentida e vivida intensamente. Aos fãs do Mr. Big, resta torcer para que este retorno resulte em mais shows aqui no Brasil, afinal, Eric Martin já é quase de casa, conhece bem o caminho.
Setlist Jorn Lande:
Road of the Cross
Shadow People
BelowPromises
World Gone Mad
We Brought the Angels Down
The Inner Road
Man of the Dark
Blacksong
Soul of the Wind
Lonely Are the Brave
Bis:
Song for Ronnie James
Rainbow in the Dark
War of the World
Setlist Mr. Big:
Daddy, Brother, Lover, Little Boy
Green-Tinted Sixties Mind
Undertow
Alive and Kickin’
American Beauty
Take Cover
Just Take My Heart
Once Upon a Time
A Little Too Loose
Road to Ruin
Merciless
Guitar solo – Paul Gilbert
Still Ain’t Enough for Me
Price You Gotta Pay
Take a Walk
Around the World
As Far as I Can See
Bass solo – Billy Sheehan
Addicted to That Rush
Bis 1:
To Be With You
Colorado Bulldog
Bis 2:
Smoke on the Water (Deep Purple)
Shy Boy (Talas)
Para a galeria completa de fotos, clique aqui.
Texto: Renata Santos – Fotos: Evandro Camellini
www.portaldoinferno.com.br
Mais um possível repertório para o show do MR. BIG
Este foi o set list executado pelo MR. BIG ontem, dia 23, no show de MADRI, na ESPANHA.
Este pode ser que seja o repertório mais provável para as apresentações do Brasil, levando em conta que a banda só esteve aqui apenas uma vez, e este set abrange mais músicas de vários álbuns que nunca foram apresentadas aos brasileiros.
Undertow
American Beauty
Daddy, Brother, Lover, Little Boy
Green-Tinted Sixties Mind
Take Cover
I Won’t Get In My Way
Stranger In My Life
Once Upon A Time
A Little Too Loose
Road To Ruin
Price You Gotta Pay
Just Take My Heart
Merciless
Paul (solo)
Still Ain’t Enough For Me
Around The World
As Far As I Can See
Billy (solo)
Addicted To That Rush
— bis —
To Be With You
Colorado Bulldog
Smoke On The Water (Com instrumentos trocados)
Está faltando alguma coisa? Coloquem ai nos comentários!
Fonte: Random Chatter Music
2 comentáriosEntrevista do Paul Gilbert ao site Metal Assault
Paul Gilbert deu uma entrevista ao jornalista Aniruddh “Andrew” Bansal, no último dia 23 de maio, em Los Angeles, Califórnia.
Andrew: Você disse em uma entrevista recente que ao escrever o álbum “What If …”, você tinha o show em mente. Então, quando você estava prestes a tocar em Los Angeles no dia 2 de abril, os ensaios tiveram um resultado melhor?
Paul: Os ensaios foram muito luxuosos para mim. Normalmente, ensaio durante dois dias com a minha banda solo antes de pegar a estrada. Com o Mr. Big, nós ensaiamos durante cerca de duas semanas! Eu gostei de ter a chance de digerir bem as novas músicas.
Andrew: Você fez um show solo no House of Blues, em fevereiro de 2009 e eu estava lá. Você convidou os membros do Mr. Big para acompanhá-lo no bis. Essa foi a primeira vez que vocês se reuniram após anunciarem a reunião?
Paul: Nós ainda não tinhamos nos reunido nessa ocasião. Nós só estávamos tocando e se divertindo. Mas isso foi uma das coisas que inspirou a nossa reunião.
Andrew: Esse show foi uma surpresa especial para os fãs, porque você também se apresentou com Richie Kotzen, que substituiu você no Mr. Big 12 anos atrás. No momento em que você estava no palco com ele, o que passou pela sua cabeça?
Paul: Nós estávamos apenas nos divertindo tocando música juntos. A música me faz esquecer de tudo, exceto de música.
Andrew: A banda tem sido muito grande no Japão. A que você atribui esse sucesso?
Paul: Eu não tenho certeza. Minha paixão é tocar guitarra, então eu passo muito tempo tocando guitarra, pensando em tocar guitarra, e pensando sobre os equipamentos de guitarra. Sou feliz e grato se eu tiver sucesso em qualquer lugar, mas eu não consigo parar e pensar sobre o assunto por muito tempo. Eu prefiro tocar guitarra.
Andrew: Quanto tempo demorou para vocês escreverem este álbum, e como foi o desafio em voltar a escrever como um grupo após tanto tempo?
Paul: Passamos dois ou três meses juntando idéias. Eu realmente não penso nisso como um desafio. Eu só penso nisso como uma jam e em como encontrar as nossas melhores idéias. Nós trabalhamos duro para isso, mas estamos sempre confiantes de que algo bom vai acontecer.
Andrew: Qual das músicas veio mais naturalmente para você, enquanto escrevia?
Paul: Todas elas aconteceram rapidamente. Na verdade escrevemos mais de 100 idéias, por isso era apenas uma questão de escolher as nossas favoritas e então construir canções com elas.
Andrew: Billy Sheehan é um baixista muito original! De certa forma, isso te pressiona de alguma forma pelo fato de que seu baixo é frequentemente o instrumento principal da música Mr. Big, especialmente nas novas faixas como “Still Ain’t Enough For Me”e “Around The World” ?
Paul: Billy é um músico muito poderoso e seu estilo de tocar é grande parte do som do Mr. Big. Eu apenas tento ouvir o que ele está fazendo e toco alguma coisa que soe bem com ele. Às vezes faço uma linha rápida uníssono juntamente com ele. Às vezes eu toco algo lento para dar espaço para ele esmirilhar. Vou por instinto e tento fazer a música soar bem.
Andrew: Você diria que este é o álbum mais diversificado que você já fez? Eu certamente acho que sim, pois tem músicas de estilos e ritmos muito variados.
Paul: Eu gosto de diferentes estilos e ritmos, então muitos dos meus álbuns têm esses contrastes. O álbum de maior sucesso de Mr. Big, “Lean Into It” tinha músicas rápidas e pesadas como “Daddy, Brother, Lover, Little Boy”, e baladas acústicas como “To Be With You”, então, o contraste não é novidade para nós.
Andrew: Você é único, não só musicalmente, mas também em sua aparência. Durante a execução, você sempre usa fones de ouvido e cabos de guitarra enrolados (N. do T.: Ele menciona os Coiled Guitar Cables, que são cabos similares aos fios de telefone). Como isso se tornou parte de sua persona no palco?
Paul: Bem, eu posso obter uma boa mix com meus fones de ouvido. Soa muito melhor do que apenas a utilização de retornos de palco comuns, então eu aproveito melhor o som. Eu gosto dos cabos de guitarra enrolados. Eles me lembram Jimi Hendrix. Você já viu uma foto dele sem um cabo enrolado?
Andrew: Outro atributo exclusivo de você é a expressão facial que o acompanha enquanto toca. Eu sei que você dá importância a isso, mas você sente que alguns guitarristas exageram?
Paul: Todo guitarrista … na verdade, todo músico tem sua própria maneira de sentir a música. Tocar música é muito emocional para mim, então eu tenho que fazer caras que você não me veria fazendo no dia-a-dia. Se eu não tivesse uma forma de liberar essas emoções, eu enlouqueceria.
Andrew: Qual será o futuro do Mr. Big a partir daqui? Podemos esperar que vocês lancem novos álbuns tão frequentemente como vocês fizeram no início dos anos 90?
Paul: Estamos apenas nos divertindo, neste momento. Estamos fazendo muitas turnês este ano. Depois disso, vamos ver como nos sentimos e faremos planos a partir daí.
Andrew: Então neste momento você está segurando sua carreira solo? E existe uma atualização sobre o status de Racer X?
Paul: Eu realmente não estou fazendo planos, até que eu termine esta turnê. Eu quero colocar toda minha energia no que eu estou fazendo agora.
Andrew: Eu estava na clínica de guitarra de Hollywood que você fez no verão de 2009. Você tocou um cover de The Doors “Light My Fire” naquela noite. As músicas deles são influência pra você?
Paul: Eu realmente não gostava de The Doors, quando eu estava crescendo. Mas agora, eu gosto mais. É muito divertido para tocar suas canções, pois os vocais são muito baixos e fáceis de cantar, e os solos são muito longos!
Andrew: Quando as pessoas falam de The Doors, é sempre sobre Jim Morrison e Ray Manzarek, e quase ninguém fala sobre os riffs de guitarra. Você concorda que os guitarristas desta época são frequentemente subestimados só porque seus riffs não eram exatamente “complexos”?
Paul: Sim, às vezes complexidade atrai mais a atenção dos músicos. Mas eu acho que muito mais pessoas tenham ouvido a introdução de guitarra de “Roadhouse Blues” do que qualquer música Allan Holdsworth. Eu acho que há espaço para todos neste mundo. Eu ficaria muito triste se um único tipo de música fosse permitido.
Andrew: Última pergunta. Eu tenho observado um ressurgimento do vinil hoje em dia, com pessoas querendo comprar o vinil novamente. Você é o tipo de pessoa que ainda gosta de colecionar vinil? Se sim, qual foi o primeiro vinil que você comprou?
Paul: Se eu ficasse mais em casa talvez eu voltasse ao vinil. Mas eu estou sempre viajando, então eu não costumo ouvir qualquer música. Eu toco 2 horas e meia da minha própria música todas as noites. Mais a passagem de som. Mais meus treinos de guitarra. Portanto, não há tempo para outras músicas.
Andrew: Muito obrigado pelo seu tempo, Paul. Foi uma honra e um privilégio de entrevistá-lo.
Paul: Obrigado! Eu espero que você possa fazer isso em um dos shows do Mr. Big!
Fonte: Metal Assault
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